quarta-feira, 11 de abril de 2012

Receita

Seja aquilo que quer ser
Seja aquilo que você nasceu pra ser, e não quem os outros esperam que você seja ou que você pensa que os outros esperam de você.
Seja apenas você mesmo. As pessoas gostarão de você assim, original, sem cópias baratas de outros produtos intitulados pessoas. Aliás, não somos produtos. Somos seres humanos, feitos de carne, pele, órgãos, espírito.
Portanto, ame mais, sorria mais, chore mais, dê altas gargalhadas, demonstre mais seus sentimentos. Há o olho-gordo? Sim, sempre haverá. Mas há, também, a compaixão, aqueles que se doarão a você pelo seu bem.
Não há receita certa para a felicidade, cada indivíduo tem seu próprio tempo. Vai de você descobrir o seu.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Ainda Acredito

Ainda acredito que possa dar certo
Ainda acredito, piamente
Sim, eu realmente acredito
Que possamos estar juntos novamente

Porém, atitudes devem ser tomadas
Para que isso possa acontecer
Ambos devemos ter consciência
Para que haja novamente "eu e você"

Embora alguns digam que não
Que não devemos mais ficar perto
Não ligo para nada disso
Ainda acredito que possa dar certo

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Desabafo sobre um fim

As pessoas costumam dizer que "a fila anda". Não concordo com isso, nunca concordei. Não acho que as pessoas devam ser comparadas a balcões de lanchonete em que se deve pegar senha para ser atendido. Não. Tenho um coração, e nele cabe apenas uma pessoa de cada vez. Às vezes, pode até ter algumas feridas, que se fecham, mas deixam cicatrizes. Cicatrizes não são de todo ruins, pois mostram que temos algo a contar, uma história, boa ou ruim, mas sempre emocionante.
Outra coisa que não concordo, ao menos não totalmente: a gente só dá valor quando perde. Em certos casos, sim. Mas, às vezes, damos e recebemos tando valor que simplesmente não sabemos o que fazer com tanto valor e ele acaba escorrendo pelas laterais.
Todos devemos ter boa auto-estima e ser autossuficientes, mas isso não significa que devemos nos fechar e esquecer o resto do mundo. Quem me conhece bem sabe que não meço esforços para ajudar àqueles que amo e, principalmente, para vê-las felizes, mesmo que isso custe minha felicidade também. Talvez não deva ser assim, mas sou, fazer o que. Há coisas que, por mais que o tempo passe, não mudarei. Posso estar com 50 anos, mas sempre serei a sonhadora emotiva e chorona que sou. Dou mancadas, isso é fato, mas nunca por mal. Tenho ainda muito a amadurecer e a aprender, contudo posso assegurar que não me arrependo de nenhuma experiência, especialmente dos últimos 2 anos e meio.
Não quero soar como A depressiva e/ou coitadinha, apenas quis fazer um desabafo compartilhado acerca de um acontecimento que tem me feito sofrer. Enfim,  nada apagará os erros do passado. Hora dos bordões: o que tiver que ser, será; o que é do homem o bicho não come.
De qualquer maneira, você deixou uma palavra de despedida, com a qual não concordei muito, mas deixo, aqui, a minha: obrigada.